Eu sou uma falsa jornalista. Uma jornalista que não acredita em verdades absolutas.
Acredito no jornalismo literário. No jornalismo bem escrito ainda que sem importância.
Não me interessam os fatos, e sim os personagens.
Não me interessam os fatos, e sim os personagens.
Por isso, às vezes, alguns lugares me são aborrecidos.
Porque os personagens não colaboram. São chatos. Sem cor.
O que mais me agrada em uma pessoa é o humor.
Humor inteligente, sádico e até trágico.
Alguém com humor pode falar até sobre economia.
Quem tem humor é sexy.
Acontece que descobri a grande sacada. Descobri por que motivo essas pessoas são tão raras.
Para se ter humor é necessário antes se ter segurança, conhecimento e empatia.
Então me perguntariam: e a tal veracidade jornalística?
Acredite em mim: as maiores verdades são ditas em tom de brincadeira.
Sempre.





Novidade na Era do Aquecimento Global: O Lux (vou continuar chamando de Lux pra sempre) agora tem ar-condicionado.
Vai lá.

